segunda-feira, 11 de maio de 2009
ATA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO DIA 14/04/09
PODER JUDICIÁRIO FEDERAL
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO
3a Vara do Trabalho de São Gonçalo
Rua Lourenco Abrantes, 59 3o andar
Centro SAO GONCALO 24440-420 RJ
Tel: 21 26052332
PROCESSO: 00291-2009-263-01-00-6 – ACP
ATA DE AUDIÊNCIA
Ao(s) 14 dias do mês de abril do ano de 2009, às 09:30, na sala de audiências desta Vara de
Trabalho, na presença do(a) Juiz do Trabalho Substituto Dr(a). Filipe Ribeiro Alves Passos, foram
apregoados os litigantes: Ministério Público do Trabalho, Autor e Município de São Gonçalo, Réu.
Presente o reclamante, representado pelo procurador, Dra. Érica Bonfante de Almeida
Tessarollo.
Presente o reclamado, assistido pelo (a) Dr. Serlen Fernando Santarém Xavier, OAB
118355 RJ.
Os presentes autos foram devolvidos nesta data, com manifestação do município sobre o
requerimento de antecipação de tutela, contendo informação de que foi celebrado termo de
ajustamento de conduta com o Ministério Público Estadual, visando justamente a realização dos
concursos públicos indicados na inicial no prazo de 315 dias a partir de 23/03/09.
Informado sobre o fato novo, o Douto Ministério Público do Trabalho, através da ilustre
procuradora presente, requereu prazo para manifestações antes da apreciação do pedido de
antecipação dos efeitos da tutela, o que foi deferido pelo juízo, por 10 dias, com a devida remessa
dos autos.
Adiado sine die.
Cientes as partes.
Encerrada audiência às 09:40
E, para constar, eu, Raquel Rocha Paiva, Secret de Audiencias, lavrei a presente ata que
vai devidamente assinada.
Filipe Ribeiro Alves Passos
Juiz do Trabalho Substituto
sexta-feira, 1 de maio de 2009
REUNIÃO DOS DIRIGENTES DA AGACS-RJ/SG COM O VER. MARLOS COSTA E O DEP.FEDERAL CHICO D'ANGELO


NA REUNIÃO ENTROU EM PAUTA A PRECARIEDADE DOS ACS DE SÃO GONÇALO, QUE APESAR DA LEI MUNICIPAL 173/08 E DO PROCESSO PÚBLICO DE 2001, AINDA ENCONTRAM-SE SEM A DEVIDA REGULAMENTAÇÃO FUNCIONAL.
O DEP. FEDERAL CHICO D'ANGELO(PRESIDENTE DA COMISSÃO DE SAUDE EM BRASILIA) COMPROMETEU-SE A COBRAR NO PLENÁRIO DA CÂMARA, MAIOR EMPENHO DOS PARLAMENTARES EM BRASILIA PARA SOLUÇÃO DA PROBLEMATICA NÃO SÓ EM SG MAIS EM TODO O PAÍS.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
ASSOCIAÇÃO E SINTSAÚDE CONVOCAM:
ASSEMBLEIA GERAL
DATA: 14/04/2009
HORARIO: 17:00HS
LOCAL: TAMOIO
PAUTA: CENSO DOS ACS DE 2001, PEC 323, REGULAMENTAÇÃO
ACS CONVIDADOS: N. IGUAÇU E ITABORAI
DATA: 14/04/2009
HORARIO: 17:00HS
LOCAL: TAMOIO
PAUTA: CENSO DOS ACS DE 2001, PEC 323, REGULAMENTAÇÃO
ACS CONVIDADOS: N. IGUAÇU E ITABORAI
quinta-feira, 26 de março de 2009
Vereadores gonçalenses ignoram o TCE
| |
| Postado pelo SG Online em 26/3/2009 |
| Por 19 votos contra 2 - dos vereadores petistas MARLOS COSTA e MIGUEL MORAES, as contas do ano de 2007, da prefeita Aparecida Panisset foram aprovadas no plenário da Câmara Municipal na noite de ontem. Apesar do Tribunal de Contas do Estado ter reprovado todas as contas da Prefeita desde o primeiro mandato, as mesmas vem recebendo aprovação sistemática pelos edis da cidade. O vereador Marlos Costa divulgou vídeo com seu parecer, que está postado no You Tube . (Clique para assistir) Fonte: Frederico Carvalho - vice-presidente da UNIJOR-SG |
segunda-feira, 16 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
MAIS UMA TENTATIVA DE GOLPE NOS TRABALHADORES
Pauta - 13/03/2009 18h15
PMDB e DEM querem votar projeto que regulamenta a terceirização
O PMDB e outros partidos da base aliada divergem em torno do Projeto de Lei 4302/98, que regulamenta a terceirização de mão-de-obra. Assim como o DEM, o PMDB pediu ao presidente Michel Temer para priorizar a votação da proposta - que está fora dos planos do PT e da liderança do governo. Deputados do PMDB e outros aliados ao Executivo já discordaram recentemente sobre outro assunto: a ampliação, proposta pelo PMDB e combatida pelo governo, do programa de recuperação fiscal contido na MP 449/08.
A assessoria de imprensa de Temer informou que "há intenção" de colocar o PL 4302/98 em pauta. A data da votação ainda é incerta, porque a pauta deverá estar trancada por MPs pelo menos até abril e, em seguida, será votada uma lista de projetos que Temer considera prioritários.
O PL 4302/98, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, é considerado prejudicial aos trabalhadores pelo atual governo, a ponto de o presidente Lula ter apresentado à Câmara, em agosto de 2003, um pedido para retirá-lo.
Outras prioridades
"Esse assunto não está em nossa pauta", afirmou, taxativamente, o líder do Governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS). "Temos outras prioridades, como a reforma tributária, que é o passo mais importante para estimular a atividade econômica em meio à crise", disse.
O projeto, porém, tramita em regime de urgência. Ele já foi aprovado na Câmara; mas, como passou por mudanças no Senado, precisa de nova análise na Câmara. Se for aprovado pelos deputados, o texto irá diretamente à sanção presidencial.
Empregos
O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), disse que a votação da proposta é "uma demanda nossa há muito tempo". Segundo ele, a terceirização é "um mecanismo para absorver parte dos mais de um milhão de trabalhadores que já perderam seus empregos no País por causa da crise".
De acordo com Caiado, "os adversários da terceirização são as centrais sindicais, que até agora não fizeram nenhuma movimentação concreta" para reverter a tendência de crescimento do desemprego. "As centrais não são contra a terceirização. Elas querem uma regulamentação maior", rebateu o deputado Vicentinho (PT-SP). Segundo ele, "o líder do DEM fala em nome do patronato, que quer a terceirização apenas para reduzir os gastos com a mão-de-obra às custas da precarização do emprego".
Caiado argumentou que as lideranças partidárias já fecharam acordo para a responsabilidade pelo pagamento das verbas trabalhistas dos terceirizados ser solidária. "A empresa que fornece e a que recebe a mão-de-obra terão de responder pelas dívidas com os trabalhadores de maneira compartilhada", disse o líder. "Isso desmonta o argumento dos críticos da terceirização de que os empregados ficarão no prejuízo se a empresa terceirizada entrar em falência", acrescentou.
O relator do projeto na Comissão de Trabalho, deputado Sandro Mabel (PR-GO), afirmou que não é bem isso o que prevê a última versão do texto. "Se o empregador [a empresa tomadora de serviços] cumprir todas as suas obrigações legais, a responsabilidade será subsidiária como hoje", disse. Ou seja, a contratante só vai pagar os débitos trabalhistas se a terceirizada "der o calote nos trabalhadores" - segundo o relator - e não tiver como obrigá-la a pagá-los.
Porta aberta
O procurador do Ministério Público do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta vê "com preocupação" a possibilidade de ser votado um projeto regulamentando a terceirização. "Será uma porta aberta para precarizar o mercado de trabalho", avalia.
"A realidade demonstra que na prática a terceirização é um mero recurso para disfarçar uma relação de emprego regular e para baratear o custo da mão-de-obra, que, no Brasil, já é um dos mais baixos do mundo", afirmou.
PMDB e DEM querem votar projeto que regulamenta a terceirização
O PMDB e outros partidos da base aliada divergem em torno do Projeto de Lei 4302/98, que regulamenta a terceirização de mão-de-obra. Assim como o DEM, o PMDB pediu ao presidente Michel Temer para priorizar a votação da proposta - que está fora dos planos do PT e da liderança do governo. Deputados do PMDB e outros aliados ao Executivo já discordaram recentemente sobre outro assunto: a ampliação, proposta pelo PMDB e combatida pelo governo, do programa de recuperação fiscal contido na MP 449/08.
A assessoria de imprensa de Temer informou que "há intenção" de colocar o PL 4302/98 em pauta. A data da votação ainda é incerta, porque a pauta deverá estar trancada por MPs pelo menos até abril e, em seguida, será votada uma lista de projetos que Temer considera prioritários.
O PL 4302/98, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, é considerado prejudicial aos trabalhadores pelo atual governo, a ponto de o presidente Lula ter apresentado à Câmara, em agosto de 2003, um pedido para retirá-lo.
Outras prioridades
"Esse assunto não está em nossa pauta", afirmou, taxativamente, o líder do Governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS). "Temos outras prioridades, como a reforma tributária, que é o passo mais importante para estimular a atividade econômica em meio à crise", disse.
O projeto, porém, tramita em regime de urgência. Ele já foi aprovado na Câmara; mas, como passou por mudanças no Senado, precisa de nova análise na Câmara. Se for aprovado pelos deputados, o texto irá diretamente à sanção presidencial.
Empregos
O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), disse que a votação da proposta é "uma demanda nossa há muito tempo". Segundo ele, a terceirização é "um mecanismo para absorver parte dos mais de um milhão de trabalhadores que já perderam seus empregos no País por causa da crise".
De acordo com Caiado, "os adversários da terceirização são as centrais sindicais, que até agora não fizeram nenhuma movimentação concreta" para reverter a tendência de crescimento do desemprego. "As centrais não são contra a terceirização. Elas querem uma regulamentação maior", rebateu o deputado Vicentinho (PT-SP). Segundo ele, "o líder do DEM fala em nome do patronato, que quer a terceirização apenas para reduzir os gastos com a mão-de-obra às custas da precarização do emprego".
Caiado argumentou que as lideranças partidárias já fecharam acordo para a responsabilidade pelo pagamento das verbas trabalhistas dos terceirizados ser solidária. "A empresa que fornece e a que recebe a mão-de-obra terão de responder pelas dívidas com os trabalhadores de maneira compartilhada", disse o líder. "Isso desmonta o argumento dos críticos da terceirização de que os empregados ficarão no prejuízo se a empresa terceirizada entrar em falência", acrescentou.
O relator do projeto na Comissão de Trabalho, deputado Sandro Mabel (PR-GO), afirmou que não é bem isso o que prevê a última versão do texto. "Se o empregador [a empresa tomadora de serviços] cumprir todas as suas obrigações legais, a responsabilidade será subsidiária como hoje", disse. Ou seja, a contratante só vai pagar os débitos trabalhistas se a terceirizada "der o calote nos trabalhadores" - segundo o relator - e não tiver como obrigá-la a pagá-los.
Porta aberta
O procurador do Ministério Público do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta vê "com preocupação" a possibilidade de ser votado um projeto regulamentando a terceirização. "Será uma porta aberta para precarizar o mercado de trabalho", avalia.
"A realidade demonstra que na prática a terceirização é um mero recurso para disfarçar uma relação de emprego regular e para baratear o custo da mão-de-obra, que, no Brasil, já é um dos mais baixos do mundo", afirmou.
terça-feira, 10 de março de 2009
Geraldo quer piso para agentes de saúde
Geraldo quer piso para agentes de saúde
Em discurso na Câmara, deputado defende aprovação da PEC 323/2009, que estabelece piso nacional para a categoria
Crédito: Divulgação/Assessoria
Geraldo Resende durante pronunciamento na Câmara dos Deputados
google_ad_client = "pub-1514431887798199";google_ad_slot = "2329717469";google_ad_width = 300;google_ad_height = 250;
window.google_render_ad();
O deputado federal Geraldo Resende ocupou a tribuna da Câmara, esta semana, para defender a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 323/2009, que estabelece o piso nacional para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Segundo o parlamentar, a sociedade brasileira precisa valorizar a categoria, porque sem eles o sistema público de saúde perde um dos seus principais eixos de sustentação.Geraldo cobrou, da tribuna, que os prefeitos de todo o país obedeçam a legislação já existente. "Nessa cadeia de responsabilidades, a maior delas está nas mãos dos prefeitos e é para eles que eu faço o maior apelo. Seria uma atitude de absoluta dignidade cumprir aquilo que a lei já estabelece, aquilo que já é uma conquista, um direito, em relação aos agentes de saúde: salário digno por uma profissão digna".Segundo Geraldo muitos prefeitos não reconhecem a importância dessa categoria e, apesar do aumento do repasse de verbas do Ministério da Saúde, não repassam aos agentes o pagamento do adicional por insalubridade.O deputado salienta que esse comportamento de alguns administradores municipais não corresponde à importância da atuação dos ACS. "Eles formam hoje uma massa de mais de trezentos mil trabalhadores brasileiros, homens e mulheres, cumprindo um dos papéis fundamentais para a nossa saúde. São eles que identificam nas suas comunidades as pessoas que precisam de atendimento médico, são eles que orientam para procedimentos básicos e distribuem informações que podem salvar vidas", salienta.De acordo com Geraldo, com o seu trabalho diário e incansável os agentes comunitários de saúde produziram um dos resultados mais importantes da saúde pública brasileira, que foi a redução das internações hospitalares, o que consequentemente, resulta em economia de recursos públicos e mais saúde para os brasileiros. "Como médico, fico orgulhoso de ter tido sempre o compromisso de defender o trabalho dos agentes comunitários de saúde e os agentes do Programa Saúde da família".Lembrando de sua passagem pela Secretaria de Estado de Saúde, Geraldo disse ter reconhecido publicamente a importância destes profissionais, garantindo-lhes a justa remuneração e um salário digno. "Aqui no Congresso fui um dos maiores defensores da aprovação da Emenda Constitucional 51, que criou a profissão de agente comunitário e mais tarde, da PEC 297/2006 que regulamentou a profissão. Hoje, volto todos os meus esforços para a aprovação da PEC 323/2009, que estabelece o piso nacional para o agente comunitário de saúde", conclui.Fonte: Portal MS
Em discurso na Câmara, deputado defende aprovação da PEC 323/2009, que estabelece piso nacional para a categoria
Crédito: Divulgação/Assessoria
Geraldo Resende durante pronunciamento na Câmara dos Deputados
google_ad_client = "pub-1514431887798199";google_ad_slot = "2329717469";google_ad_width = 300;google_ad_height = 250;
window.google_render_ad();
O deputado federal Geraldo Resende ocupou a tribuna da Câmara, esta semana, para defender a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 323/2009, que estabelece o piso nacional para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Segundo o parlamentar, a sociedade brasileira precisa valorizar a categoria, porque sem eles o sistema público de saúde perde um dos seus principais eixos de sustentação.Geraldo cobrou, da tribuna, que os prefeitos de todo o país obedeçam a legislação já existente. "Nessa cadeia de responsabilidades, a maior delas está nas mãos dos prefeitos e é para eles que eu faço o maior apelo. Seria uma atitude de absoluta dignidade cumprir aquilo que a lei já estabelece, aquilo que já é uma conquista, um direito, em relação aos agentes de saúde: salário digno por uma profissão digna".Segundo Geraldo muitos prefeitos não reconhecem a importância dessa categoria e, apesar do aumento do repasse de verbas do Ministério da Saúde, não repassam aos agentes o pagamento do adicional por insalubridade.O deputado salienta que esse comportamento de alguns administradores municipais não corresponde à importância da atuação dos ACS. "Eles formam hoje uma massa de mais de trezentos mil trabalhadores brasileiros, homens e mulheres, cumprindo um dos papéis fundamentais para a nossa saúde. São eles que identificam nas suas comunidades as pessoas que precisam de atendimento médico, são eles que orientam para procedimentos básicos e distribuem informações que podem salvar vidas", salienta.De acordo com Geraldo, com o seu trabalho diário e incansável os agentes comunitários de saúde produziram um dos resultados mais importantes da saúde pública brasileira, que foi a redução das internações hospitalares, o que consequentemente, resulta em economia de recursos públicos e mais saúde para os brasileiros. "Como médico, fico orgulhoso de ter tido sempre o compromisso de defender o trabalho dos agentes comunitários de saúde e os agentes do Programa Saúde da família".Lembrando de sua passagem pela Secretaria de Estado de Saúde, Geraldo disse ter reconhecido publicamente a importância destes profissionais, garantindo-lhes a justa remuneração e um salário digno. "Aqui no Congresso fui um dos maiores defensores da aprovação da Emenda Constitucional 51, que criou a profissão de agente comunitário e mais tarde, da PEC 297/2006 que regulamentou a profissão. Hoje, volto todos os meus esforços para a aprovação da PEC 323/2009, que estabelece o piso nacional para o agente comunitário de saúde", conclui.Fonte: Portal MS
Assinar:
Postagens (Atom)